A arte dos infográficos: da relevância à inutilidade

Por Alessandra Verch.

Quem não gosta de infográficos? Cada vez mais populares em tempos de mídias sociais, eles vem se destacando por oferecerem informações de forma compacta e ilustrada, ou seja, com o dinamismo que as mídias sociais exigem. Sabe aquela aquela máxima “quer que eu desenhe para facilitar”, pois é assim que funciona o infográfico, a informação é oferecida de forma ilustrada para agilizar o entendimento e, ainda, tornar o processo mais agradável.

No entanto, destaque, mesmo, merecem alguns curiosos e/ou pertinentes infográficos. A técnica é utilizada tanto para informações interessantes e relevantes, quanto para as mais (maravilhosamente) irrelevantes pesquisas. Selecionamos três infográficos com conteúdos bem distintos para visualizarmos suas diferenças, tem desde o tipo relevante, que mostra como as redes sociais alteram o funcionamento do cérebro, passando pelo tipo curioso, sobre os fetiches sexuais das pessoas e, por fim, o completamente inútil infográfico sobre a mortalidade dos celulares. Curte aí:

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